Dia Internacional da Mulher

“Ò mulher! Como és fraca e como és forte!”
Florbela Espanca (1895-1930).

O Dia Internacional da Mulher deve ser todos os dias. Importante dizer que essas conquistas não lhes foram dadas como um presente, mas como uma aquisição.
No terceiro milênio, no Brasil e no mundo, mais que nunca se faz imprescindível à ampliação da participação efetiva das mulheres na vida política mo que se refere à ocupação desses cargos. Elas precisam estar inseridas na globalização.
Até há pouco tempo, isso não era aceito pelos homens. Elas eram oprimidas por eles. A voz da mulher não tinha um peso certo nas relações, não eram tão levadas em contas, como se fossem irrelevantes, secundárias ─ embora já existissem muitas mulheres com marcantes expressividades em seus trabalhos e dedicações sociais e que deixaram seus legados para serem seguidas.
Os deboches de que a mulher só sabia pilotar o fogão e as tarefas da casa, por sinal atividades sublimes, necessárias e fundamentais para a vida e estruturação familiar, vista na época como atividades irrelevantes, agora a mulher, além daquelas, também pilota a sua própria profissão ─ e, não raro, com um feeling mais interessante que o do homem.

Marcy Gerbelli

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